Comida de mãe, comida de chef, comida de mãe-chef!
Como é bom comer.
Sentar pra comer.
Apreciar e comer.
Conversar e comer.
Ruminar pra valer.
Quando como algo realmente bom e sinto que meu estômago não dá conta de que eu mande mais daquele primor alimentício pra dentro, penso...os ruminantes que são felizes. Tem um estômago com quatro compartimentos e o primeiro, que é o que recebe a comida, pode armazenar de 20 a 200 litros de bóia, dependendo quem for o felizardo!
A sensação se repete quando analogamente meu cérebro, a sua maneira, também passa por isso. Daí penso, os gênios que são felizes, nascem com cérebros com Q.Is de 180, 200.
Comida congelada, comida em pó, comida de astronauta...
Como é ruim não sentir o sabor do que se come. Péssimo só ver a cor e sentir a mesma textura.
Andar e comer.
Comer por comer.
Apenas comprar e comer.
Informar sem ser pra valer.
Nesses dias penso, felizes são as aves canoras, que com seus ínfimos estômagos precisam de pouco e escolhem exigentes o que de melhor se pode ter!
E a sensação também se repete, mas dessa vez sou bem sucedida, quando analogamente minha mente, não tendo qualidade no que sorver, procura uma música e sai por aí a viajar.