Dinheiro chama dinheiro,
conhecimento chama conhecimento... Há exceção, e há também os que lutam para
ser exceções.
A interpretação do que a gente
lê, ouve e vê depende da nossa vivência.
A minha interpretação da frase
inicial é a seguinte: Quem nasce em família rica, de empreendedores ou coisa
parecida, geralmente segue nesse patamar e a vida profissional caminha só pra
frente. Quem nasce numa família de letrados, geralmente segue essa linha e
baseado em sua sede de conhecimento, segue estudando.
As exceções seriam os que
nascem em famílias com pouco recurso financeiro e se tornam bem sucedidos nesse
quesito e também os que nascem em famílias mais humildes e se tornam detentores
de cultura, conhecimento etc. Digo isso enfatizando a facilidade com que as coisas acontecem para essas pessoas, sem a necessidade da camelação para que se chegue ao êxito, vulgo, boa sorte*.
Já os que lutam, seria a
maioria. Os que sabem que tem que ralar pra chegar onde querem e muitas vezes
não chegam lá... chegam próximo.
E por que não chegam? Não sei.
Algum motivo tem. Fico imaginando que seria pelo fato de não acreditarem
tanto, ao mesmo tempo em que não querem desacreditar também.
* Ou quem sabe, excesso de confiança em si, de tal maneira que não fique espaço pra descrença em si.