quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Acreditando desacreditando


Dinheiro chama dinheiro, conhecimento chama conhecimento... Há exceção, e há também os que lutam para ser exceções.
A interpretação do que a gente lê, ouve e vê depende da nossa vivência.
A minha interpretação da frase inicial é a seguinte: Quem nasce em família rica, de empreendedores ou coisa parecida, geralmente segue nesse patamar e a vida profissional caminha só pra frente. Quem nasce numa família de letrados, geralmente segue essa linha e baseado em sua sede de conhecimento, segue estudando.
As exceções seriam os que nascem em famílias com pouco recurso financeiro e se tornam bem sucedidos nesse quesito e também os que nascem em famílias mais humildes e se tornam detentores de cultura, conhecimento etc.  Digo isso enfatizando a facilidade com que as coisas acontecem para essas pessoas, sem a necessidade da camelação para que se chegue ao êxito, vulgo, boa sorte*.
Já os que lutam, seria a maioria. Os que sabem que tem que ralar pra chegar onde querem e muitas vezes não chegam lá... chegam próximo.
E por que não chegam? Não sei. Algum motivo tem. Fico imaginando que seria pelo fato de não acreditarem tanto, ao mesmo tempo em que não querem desacreditar também.



* Ou quem sabe, excesso de confiança em si, de tal maneira que não fique espaço pra descrença em si.

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