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Pois então, o ato de procrastinar se tornou algo tão presente em nossas vidas que fizeram um estudo a respeito dos motivos que nos levam a cometê-lo.*
(Se bem que importância num é razão, ultimamente estuda-se qualquer coisa!)
Os motivos alegados pelos procrastinadores variaram de falta de tempo, medo do fracasso e principalmente pela complexidade da tarefa.
Só que os especialistas atribuem a esse ato, ou a falta dele, a mais coisas. Como ao comportamento, que vivenciamos na infância, herdado de nossos pais, de deixar tudo pra ultima hora... ao autoboicote exercido pelo nosso inconsciente, ao apontar que temos medo de fracassar no finalzinho da coisa... a culpa da decoreba presente no ensino que nos faz acreditar que decorar na véspera das provas se torna mais fácil de lembrar... a pressão, já que pra muitos ela gera um combustível extra... e até pelo custo benefício, pois a longo prazo não observamos a compensação do esforço com antecedência e sim o do resultado imediato.
Mas no fim, acredito que os resultados não são totalmente satisfatórios quando feitos de ultima hora, porque o fazemos sem tempo para o esmero ou... se fica bom é porque demos sorte. Esse texto é um exemplo disso. Enrolei tanto pra terminá-lo que já tenho outro pra postar, mas me sentindo na obrigação de postar essa continuação, o escrevi rapidamente. E agora já me parece totalmente sem sentido.
Lutemos então pelo fim da procrastinação, pelo êxito de tarefas realizadas na hora certa, com planejamento e livres de pressão!
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Já vi que não será possível começar por mim, procrastinarei até que você o faça e me atinja mais pra frente!
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